Em 1º de setembro, um raro teste prático de segurança para veículos elétricos foi realizado em um laboratório nacional — o diretor técnico do Geely GalaxyTT sentou-se pessoalmente no veículo e, em parceria com a CATL, lançou um desafio público de descontrole térmico da bateria. Ao contrário dos testes convencionais realizados fora do veículo, este experimento adotou uma abordagem de 'pessoa real dentro do carro, teste real no veículo', elevando o padrão industrial de verificação de segurança da bateria de 'sem ignição, sem explosão' para um patamar ainda mais rigoroso: a nova meta de 'ausência de fumaça'.
O ensaio seguiu estritamente o protocolo do 'Índice Chinês de Segurança contra Incêndios em Veículos Elétricos – Edição 2026', acionando intencionalmente o descontrole térmico de uma única célula diretamente no interior do módulo de baterias por aquecimento — contornando estruturas externas de proteção e avaliando assim a capacidade de segurança mais crítica do sistema. Os resultados mostraram que o descontrole térmico não gerou chama visível nem explosão, tampouco se propagou para células adjacentes; graças à inovadora tecnologia NP3.0 de proteção contra descontrole térmico — pioneira no setor —, os gases tóxicos e quentes foram conduzidos de forma direcionada para fora do veículo por um canal específico, seguidos de resfriamento e filtração internos, mantendo a cabine de passageiros livre de fumaça visível e sem sensação de calor intrusivo.
Atualmente, a maioria dos veículos elétricos disponíveis no mercado limita seu padrão de segurança ao requisito básico de 'sem ignição, sem explosão'. Contudo, a grande quantidade de fumaça tóxica e quente gerada durante um evento de descontrole térmico ainda pode causar pânico, asfixia ou mesmo dificultar a evacuação — um desafio reconhecido pela indústria como a 'última milha' da segurança da bateria. O Geely Galaxy TT, por sua vez, vai além proativamente da nova norma nacional chinesa GB38031-2025, que entrará em vigor em 1º de julho de 2026 (e exige apenas 'sem ignição, sem explosão'), ampliando a avaliação para a dimensão de 'ausência de fumaça'. Mais importante ainda: suas condições de teste superam significativamente as exigências da norma — temperatura ambiente e das células ajustadas para 40 °C (contra 25 °C na norma) e nível de carga (SOC) de 96 % (próximo da carga total), intensificando consideravelmente a severidade e o risco de propagação do descontrole térmico. Mesmo assim, o Geely Galaxy TT alcançou com sucesso os três critérios: 'sem ignição, sem propagação, sem fumaça'.
A segurança vai além da bateria. O Geely Galaxy TT emprega células de lítio-ferrofosfato (LFP), melhorando desde a origem — o sistema químico — a estabilidade térmica; o módulo de baterias conta com tampa superior composta multicamada e proteção inferior equivalente a blindagem balística; o sistema de potência inteligente StarRadar AI Cloud e o BMS inteligente permitem inspeções milissegundais a 100 Hz e resposta de interrupção de energia ultrarrápida (< 10 ms), possibilitando detecção antecipada de falhas. O veículo inteiro é desenvolvido sobre a arquitetura global GEA Evo para veículos elétricos inteligentes, equipado com uma barra anti-colisão em aço ultra-resistente no formato da letra 'B', estrutura de carroceria 'oito travessas e duas longarinas', limiar em configuração sanduíche e compartimento de baterias em formato de 'caractere chinês mu' (目), reforçando com 26 pontos de fixação a integridade rígida entre a bateria e a cabine de passageiros.
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