Recentemente, a smart divulgou oficialmente as imagens e algumas especificações da versão 2026 do smart #1. Trata-se de uma atualização de meia vida do modelo atual: o design exterior sofreu poucas alterações, mas a arquitetura elétrica e eletrónica foi significativamente aprimorada, com previsão de incorporar a plataforma de alta voltagem 800 V baseada em carbeto de silício, o sistema de condução autónoma G-ASD H5 e o sistema infotainment Flyme Auto.

No exterior, a versão 2026 mantém a linguagem de design atual: luzes diurnas LED de largura total ligadas aos grupos óticos triangulares de faróis principais e auxiliares, para-choques dianteiros com grandes aberturas de refrigeração e canais de fluxo aerodinâmico inclinados para fora — um estilo desportivo bem definido. Destaca-se a instalação de um radar a laser no tejadilho, que fornece a base sensorial para funções avançadas de condução autónoma; também foram adicionadas câmaras nas aletas dianteiras, combinadas com maçanetas semi-escondidas (conforme exigido pela norma nacional chinesa), reforçando a capacidade de reconhecimento inteligente do veículo. As dimensões permanecem inalteradas — comprimento × largura × altura: 4270 mm × 1822 mm × 1636 mm; entre-eixos: 2750 mm.

No domínio da cabina inteligente, o novo modelo dispõe de um ecrã táctil central de 15,4 polegadas com resolução 2,5K, impulsionado por um chip de cabina inteligente em processo de 4 nm e profundamente integrado ao sistema Flyme Auto, com suporte para interação por voz com IA. A condução autónoma baseia-se na arquitetura elétrica e eletrónica (EEA4.0) de nível quântico, equipada com o chip NVIDIA Orin Y, oferecendo uma potência computacional de 200 TOPS; o conjunto de hardware inclui 31 sensores de alta precisão, entre os quais o referido radar a laser no tejadilho; no software, está adaptado ao sistema G-ASD H5 e ao modelo G-ASD 4.0, prevendo-se suporte para funcionalidades como estacionamento automático em todos os cenários.

No que diz respeito à potência e autonomia, o veículo é construído sobre a plataforma de alta voltagem 800 V com carbeto de silício e acoplado a um sistema de acionamento elétrico de alto desempenho com 16 funções integradas. De acordo com informações já registadas anteriormente pela MIIT, o motor traseiro desenvolve uma potência máxima de 245 kW, associado a uma bateria de 61,52 kWh, garantindo uma autonomia totalmente elétrica de 535 km no ciclo CLTC e compatibilidade com carregamento rápido de 6C — o estado de carga (SOC) sobe de 10% para 80% em apenas 12 minutos. A data exata de lançamento comercial e o preço ainda não foram anunciados; novas informações serão divulgadas oficialmente em breve.
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